Pretendo apresentar as produções dos meus alunos ao longo do ano letivo. Em outras oportunidades, mostraremos textos e/ou vídeos que considerarmos pertinentes.
Aos copistas, desejamos bom proveito.
Aos leitores qualificados, agradecemos, sinceramente
"Desafios"
Martin Luther Kink Jr
domingo, 10 de abril de 2011
FEIRA LITERÁRIA DO MIRÓ
O exemplo na sociedade
“Hoje você é quem manda, falou,
tá falado, não tem discussão, não...”
Essa é uma das letras em que Chico Buarque defende a nossa pátria na época da Ditadura Militar. O cantor sempre esteve presente nessa época de emblemas em que o Brasil estava vivendo, participando das diversas passeatas, incluindo a “Passeata dos Cem mil” e escrevendo letras de músicas que expressavam seus sentimentos contra a situação política daquela época em que tinha, a maioria dos seus trabalhos censurados pelo regime militar, um exemplo disso, foi a música “Apesar de você” que foi proibida, por ser considerada uma crítica à ditadura e a peça “Roda Viva” foi censurada por conta do seu cenário que foi considerado subversivo.
Por conta dos conflitos e pela falta de sucesso, Chico e sua esposa, Marieta se mudaram para a Itália, onde passou, por sérias dificuldades financeiras. Apesar da censura, Chico decidiu regressar ao Brasil em março de 1970. Com a grande dificuldade de compor suas músicas, Chico fez com muita cautela seus shows, mas os censores invadiam seu camarim, pedindo depoimentos constantemente. Escreveu a peça teatral Calabar em 1973, mas só depois de sete anos a peça foi liberada.
Sua vida profissional estava muito difícil, porém, Chico Buarque nunca desistiu, e com a sua inteligência criou um método de driblar a censura, criando um personagem da sua autoria que assinava suas letras com o pseudônimo de Julinho de Adelaide, mas, a sua identidade foi descoberta pela imprensa, depois de algumas músicas de sucesso. Depois das manifestações das “Diretas Já”, o povo Brasileiro conseguiu a democracia do nosso país, que consistia na liberdade de expressão e no direito de votar. Chico completa o conceito de cidadania no nosso país, ele sempre defendeu a nossa pátria e nunca hesitou nisso. Desde o início da redemocratização do Brasil, o cantor era a favor e admirava o governo de Lula, que está sendo governado atualmente por Dilma Roussef. Chico abordava em suas obras, diversos temas, além da política, o amante da MPB cita problemas sociais como a música “O meu guri” que demonstra o amor de uma mãe por seu filho que era marginal e ela nem esperava isso, “Pedro Pedreiro” foi mais uma canção que o autor escreveu que conta a história de um operário que espera sua vida melhorar. Além de cantor e compositor, Chico traduz e adapta textos como a peça infantil “Os saltimbancos”, escreveu também a “Ópera do Malandro”, romances como Estorvo, Budapeste, etc.
Com delicadeza, amor, cautela, alegria, sensibilidade... Chico aborda a mulher em suas obras de arte com exclusividade. Em diversas situações “As mulheres de Chico” são abordadas com seus nomes, profissões, situações banais, mulheres exercendo o papel de mãe, guerrilheira, prostituta, mulheres amadas, abandonadas e marginalizadas, A música “Mulheres de Atenas” mostra as mulheres submissas aos seus maridos, “Folhetim” narra a história de uma mulher prostituta e “Olhos nos Olhos” conta a história de uma mulher abandonado pelo seu marido.
Na atualidade Chico Buarque ganhou a 53ª edição do Prêmio literário Jab
uti com a sua obra “Leite Derramado” na categoria de melhor ficção do ano. Chico Buarque, sempre contextualiza suas canções com os valores humanos, ensinando ao leitor como viver a vida sem preconceito e com amor. E com as formas de valorizar as mulheres e o nosso país ele ganhou o carinho de todos os públicos, se tornando um dos cantores da MPB mais famoso e querido do Brasil!
sábado, 18 de setembro de 2010
eja para encurtar, por preguiça de escrever “tanto”, ou seja apenas por diversão. O que realmente importa é que se você usa essa linguagem, em que o “você” se torna “vc”, a “atividade” se torna “atv”, “obrigado” “obg”, além de muitas outras abreviações, o recomendado é que aumente a quantidade de livros lidos. Quem começa a abreviar, não acentuar, na hora de escrever textos ou em situações que exigem maior formalidade, sente a dificuldade na pele.
“As minhas amigas reclamavam que eu estava sempre distante, e dando sempre atenção aos meus amigos virtuais mais que a elas. Em casa, a minha mãe reclamava com freqüência com relação ao período, eu sempre tinha que sair às 21:00hs, mas perdi as contas de quantas vezes acordei no meio da noite pra usar, ou perdi refeições”. O tempo que deveria ser usado para estar com a família, sair com amigos, estudar, ler, e etc, acaba sendo gasto na frente de uma tela. Segundo Catiane Bittencourt, 29, que é a fiscal da bibioteca/lan house do Colégio Miró,aproximadamente 55 das pessoas que vão até lá, 20 vão com o objetivo nos livros. O outros 35, que geralmente variam de 10 a 14 anos, sentem a necessidade de estar na Internet, mesmo que custe todo o tempo de intervalo. Como conseqüência da falta de socialização, o usuário pode se tornar solitário e isolado. Irônico, não? Ao mesmo tempo em que a ferramenta abre portas de comunicação e lazer com o mundo inteiro, acaba por muitas vezes, criando mais isolamento e solidão. E enquanto uns têm acesso ilimitado a essas informações, outras são completamente privadas delas. Alguns governos como os do Irã, Coréia do Norte, Mianmar, República Popular da China, Arábia Saudita e Cuba, restringem que as pessoas em seus países possam acessar na Internet conteúdos especificamente políticos e religiosos. Algumas pessoas defendem que deve haver sim, a restrição de sites, mas não os de cunho político e religioso. Elas precisam ler para escolher o que achar melhor, certo? Também está na Internet um dos assuntos mais polêmicos em todo o mundo, que antes era tido como brincadeira, e agora se torna algo sério. E ir para casa, que deve ser o refúgio da vítima do bullying, se agrava dentro do lar. Na internet, mensagens, imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam o bullying ainda mais perverso. Como o espaço virtual é ilimitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuadamesmo fora da escola. E o que é pior: muitas vezes, ela não sabe nem de quem se defender, tornando o cyberbullying ainda pior do que o tradicional. Outro assunto extremamente polêmico e delicado é o bate-papo e a violação. São inúmeros os casos registrados de conversas com webcam ligada gravando os momentos de maior intimidade da vítima, que pensa estar conversando com uma pessoa confiável. O vídeo é exposto na Internet, prejudicando a imagem da pessoa exposta. O mais famoso caso de bate-papo virtual é o da garota de 13 anos, que pensava estar conversando com um garoto da mesma idade, da sua cidade. Chegou a dar informações como onde estudava, que hor
as os pais estavam em casa, onde morava, enfim, tudo de mais pessoal e que se caindo em mãos erradas seria comprometedor. Por um milagre, o suposto garoto de 13 anos era um policial civil, que teve a filha na mesma situação. No caso dele, as informações foram para o pior caminho possível e a garota foi estuprada e assassinada. Tomando uma medida precavida, ele visitou a casa da menina, conversou com os pais, os alertou e remediou. Ver o lado obscuro da Internet é doloroso, principalmente para quem mostra. Por fim, temos um placar de –7, que é consequentemente ruim. Mas ela não pode ser julgada dessa modo. Todos os pontos positivos, como citados no início, devem ser lavados em conta. Portanto, placar zerado. A Internet traz muitas coisas ruins, mas isso não deve ser motivo para deixar de usar.
Como lidar com nossos idosos
Rumo a se tornar um dos países com maior número de idosos do mundo, o Brasil precisa urgentemente mudar a visão do idoso como um problema e passar a vê-lo como parte da sociedade
Em 2025, o Brasil será o sexto país com maior número de idosos no mundo, com a estimativa de mais de mais de 32 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade. Mas está cada vez mais difícil envelhecer. O recado social é claro: depois de 50 anos, perde-se a humanidade e a cidadania.
Os idosos precisam arrumar emprego, pois a aposentadoria muitas vezes é insuficiente, mas quem vai querer empregar um idoso? Alem disso, têm dificuldades parar encontrar um parceiro quando está sozinho, ter um programa de lazer adequado e ser respeitado pelas crianças e jovens.
Na sociedade atual, muitos jovens não respeitam os mais velhos, tratam os idosos com desprezo e até mesmo se referem a eles com palavras pejorativas, como um exemplo: “coroa”. “Enquanto no Japão e nos países orientais, onde se leva em conta a experiência de vida, os velhos são respeitados e suas idéias consideradas, na sociedade brasileira, o jovem não respeita os idosos, aqui os velhos são marginalizados.” Argumenta Sr. José Walter Góes, 70 anos.
Como já foi citado, os jovens não são o único problema dos idosos. As pessoas com maior idade não têm a maioria de seus direitos assegurados. De acordo com a constituição, pessoas a partir de 65 anos não precisam pagar o ônibus e têm assentos privilegiados, porém, na maioria das vezes, são instigados a pagar e seus assentos são ocupados por pessoas que se recusam a sair. Isso também é comum nas vagas para idosos, geralmente ocupadas por jovens que não respeitam a lei. “É um desrespeito explícito, muitas vezes eu presenciei pessoas mais novas pegarem a vaga preferencial sem dar a mínima importância.” Diz Sra. Márcia Zelante, 67.
Sem falar das filas preferenciais obrigatórias, que em muitos lugares não são nem encontradas. Além de tudo, a aposentadoria pública muitas vezes é insuficiente (mínimo de R$ 240,00) como ressalta a aposentada Márcia “Enquanto o seguro saúde sobe 10, 11%, o ordenado da aposentadoria sobe apenas 6, 7%”. E, do universo de 1,9 mil prefeituras, apenas mil acataram até aqui as novas regras.
Não podemos esquecer as casas de repouso do país, que são sempre caras e ruins além de serem poucas. Sem contar que, para a maioria dos idosos, ir para asilos é algo ruim. Segundo pesquisadores da PUCRS, Universidade Luterana do Brasil e Universidade de Caxias do Sul, a auto-estima de 47% dos idosos entrevistad
os revelou alterações negativas, como pessimismo, nervosismo, sensação de inutilidade, tristeza e ressentimento.
“Asilo? Deus me livre! Pra mim não existe forma pior de ser mal agradecido, não perdoarei minha família se me colocarem em um. O velho quer estar perto de que ele ama, queremos atenção.” Diz Márcia rindo.
Em Salvador, só há um abrigo público voltado para o acolhimento de pessoas com mais de 60 anos, o abrigo D. Pedro II, que oferece moradia, assistência à saúde, alimentação, além de desenvolver ações que visam à socialização e integração dos residentes. (Mais informações, (71) 3313-5529).
A sociedade e as entidades civis precisam conscientizar-se desses direitos. No Brasil, o idoso é tratado como um problema e não como parte da sociedade e essa realidade precisa urgentemente ser modificada.
Por Fernanda Albuquerque
Luisa Scaldaferri
Marco tourinho
Caio Macedo
Catarina Tanajura


domingo, 22 de agosto de 2010
Uma verdade inconveniente.
Por: Marcelo Dórea
José Joaquim
Gustavo Barreto
Luiz Fernando Tourinho &
Gabriela Cunha
Será que na sociedade em que vivemos, os brasileiros percebem quando praticam ou sofrem preconceito? Seja esse racial, sexual, religioso ou estético, e até mesmo o preconceito contra as profissões consideradas menos qualificadas, entre elas, o gari, coveiro, a taxista, catador de lixo, motoboy, prostituta e empregada doméstica.

É sobre esses brasileiros, rotulados pela sociedade como ‘’ninguém’’, é que iremos tratar, mostrar o que sofrem, e como ajudá-los. Antônio Leônidas Filho, trabalha como coveiro há 5 anos no Cemitério da Saudade, na Vila Lavínia, conta que já passou por muitas situações desagradáveis com parentes de falecidos. ‘‘ Já aconteceu de parentes de falecidos esperarem fora do cemitério para baterem na gente. ’’ diz Antônio. Também conta que é difícil aguentar as pessoas tirando sarro. Além disso, não há ajuda psicológica para esse tipo de profissional.
Tais coisas também acontecem com os catadores de lixo, ou garis. Temos como exemplo a atriz Camila Pitanga, que se vestiu de gari em um shopping, para ver se seria reconhecida pelo público. Na experiência, constatou que mesmo conversando com as pessoas, ninguém a notou, apenas por estar vestida de gari. Isso acontece frequentemente com esses profissionais. ‘‘ Ninguém olha para a gente como trabalhadores, e sim como lixo. ‘’ conta Daniel Xavier, 44 anos, 15 anos trabalhando como catador de lixo.

O agente penitenciário também sofre preconceito, e assim como o gari, exerce uma profissão altamente perigosa, por trabalhar com marginais, e o gari por ter chances de contrair muitas doenças. Isso, muitas vezes faz como que as pessoas abandonem ou desistam do emprego, pelo preconceito que esses profissionais sofrem.
Como pode uma civilização julgar-se tão moderna e ainda existir um sentimento tão primitivo quanto o preconceito? Somos todos iguais, embora a ‘’fachada’’ seja diferente e lutamos por direitos e deveres iguais, então por que na hora de colocarmos isso em prática, a situação muda de figura?
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Alunas: Bruna Gidi e Carolina Souza
Raul e sua carreira musical
Em toda a comunidade, escola e cidade existe um menino sensível e problemático, mas quem poderia imaginar que tal menino viria a ser um dos cantores e compositores mais importantes do país? Quem imaginou, acertou, esse menino sensível e problemático “virou” Raul Seixas, o nosso querido musico do rock.
Filho do engenheiro agronômo, Raul Verella Seixas, e a dona de casa, Maria Eugênia Santos, Raul Santos Seixas nasceu no dia 28 de Julho de 1945, na cidade de Salvador.
O gosto musical de Raul foi se formando, com 11 anos ele ja gostava das músicas de Luiz Gonzaga, ele acompanhava pelo rádio os seus sucesso. Porém em 1957 se mudou para uma casa ao lado de um consulado norte-americano e Raul travou contato com os garotos do vizinho que lhe emprestavam descos de rock. A partir desse momento Raul virou fã do Rock e principalmente de Elvis Presley. “eu ouvia Elvis o tempo todo. Com 11 anos ouvia tanto seus discos até estragar os sulcos”diz Raul.
Raul deixou com que o rock fizesse parte dele, ele se vestia, falava e agia como um roqueiro; Como ouvia muito rock isso passou a prejudicar os seus estudos.
Ele participou de um grupo chamado “The Panters” com o qual se apresentaram de 1957 a 1967. Com a influência dos Bettles ele passou a compor, e falar o que realmente pensava.
A Banda “The Panters”fez sucesso aqui na Bahia pois utilizou instrumentos elétricos e um ritmo deferente que não existia lá. Chegaram a fazer um Show com um público de duas mil pessoas (no Festival da Juventude).
Raul decidiu deixar Salvador e tentar a sorte no sul, onde são decididas as carreiras artísticas no nosso país. Ele foi para o Rio e lá o projeto foi caracterizado em 1967 quando gravaram um LP pela Odeon,”Raulzito e os Panteras” Tiveram dificuldades em gravar, pois nunca tinham gravado. Como ele escrevia coisas muito diferentes os produtores não ficavam satisfeitos com o resultado. O disco fracassou e eles viram-se obrigados a ser banda de apoio de Jerry Adriani, depois disso por motivos de sobra ocorreu a separação da banda. Raul ficou sozinho e passando fome no Rio por dois anos até que começa a namorar Edith Wisner, e a pedido dos pais da garota que era pastor protestante eleabandona a carreira musical.
Após casar-se cim Edith, ela passou a lecionar Inglês e ele violão para ganhar a vida. Até que surge a grande oportunidade para Raul em 1967, Jerry Adriani vai a Salvador realizar um show, mas ele necessita de um musico local para tocar em sua banda. O pessoal local indica “Raulzito e os Panteras”. Raul impressiona e é convidado para a turnê e lá ele grava um disco pela Odeon.
Tempos depois, Raul foi convidado por Evandro Ribeiro para ser produtor da CBS (atual song BMG), ele participa da produção de diversos artistas. Em 1971, Raul se rebela. Aproveitando a ausência do presidente da gravadora, grava seu segundo LP, em que conta com: Sérgio Sampaio, Edy Stare Miniem Batucada. Todavia, odisco foi retirado do mercado com o argumento de não se enquadrar a linha da gravadora e Raul acaba sendo demitido.
Em 1972, foi promovido um festival pela Rede Globo, chamado: Festival Internacional da canção, ele conseguiu a classificação das músicas : “Letme Sing, Let me sing” e “Eu Sou Eu, Nicuri é o Diabo” . Devido a isso, assinara com a gravadora Philips, para gravar o album “Os 24 maiores sucessos da era do Rock”, que não tinha o nome na capa.
Raul Seixas finalmente alcançou grande repercussão nacional como uma grande promessa de um novo compositor e cantor. Porém, logo a imprensa e os fãs da época foram aos poucos percebendo que Raul não era apenas um cantor e compositor.
Em 1974 , Raul e Paulo Coelho criam a sociedade alternativa, sociedade baseada na “lei”, “Fazes o que tu queres, há de ser tudo lei”. Então a ditadura, pensando que essa seriedade, fosse um movimento armado contra o governo, Raul e Paulo foram exilados para os Estados Unidos, onde Raul teria supostamente se encontrado com John Lomon. Em 1975 grava para a tv Globo o video clipe “trem das sete”. No mesmo ano casa-se com Glória Vaquer, irmã do seu guitarrista Gay Vaquer. Participou do Festival Hollywood rock in rio.
Em 1976, 16 de junho nasce, no rio, Scarlet Vaquer Seixas, segunda filha, segunda filha a primeira com Glória. No ano seguinte separa-se de Glória, que volta para os Estados Unidos com sua filha.
Em 1978 conhece Tânia Menna Barreto, que passa a ser sua nova companheira. No mesmo ano lança o LP “Raul Rock Seixas”, com restos de gravações em estúdio. No ano seguinte separa-se de Tânia e conhece Ângela Maria Affonso Costa conhecida como Kika Seixas. Ja em 1981 28 de maio nasce Vivian Costa Seixas sua terceira filha. Separa-se de Ângela.
Em 1986 casa-se com Lena Coutinho e após dois anos separa-se dela.
As 50 apresentações pelo Brasil resultaram naquele que seria o último disco lançado em vida por Raul Seixas. O titúlo foi intitulado de “A panela do Diabo”, que foi lançado pela Warner Music Brasilno dia 19 de agosto de 1989.
Dois dias depois, na manhã de 24 de agosto de 1989, Raul Seixas foi encontrado morto sobre a cama da sua empregada, por volta das oito da manhã, vítima de uma parada cardíaca: seu alcoolismo, agravado pelo fato de ser diabético, e por não ter tomado insulina na noite anterior, causaram-lhe uma pancreatite aguda fulminante.
Mesmo depois de sua morte, Raul Seixas continua fazendo sucesso entre novas gerações.

