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"Desafios"

"A verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e convivência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafios"

Martin Luther Kink Jr

domingo, 28 de abril de 2013

O Mundo do Maluco Beleza


              O mundo do Maluco Beleza
                                                                      Por: Mauricio Bastos Fonseca
& Maria João arruda

“Maluco Beleza,Carimbador Maluco, Herói Fora Lei, Pai do Rock brasileiro são sinônimos do  cantor, músico e compositor Raul dos Santos Seixas, nascido em 28 de julho de 1945, em Salvador Bahia e que deixou este planeta em 21 de agosto de 1989. Aqui  neste mundo, a saudade foi tudo que sobrou: “Papai não quero provar nada, eu já servi a pátria amada, e todo mundo cobra minha luz”.
      Raul nunca foi um cara de luxo, tinha família de classe média,  filho de Raul Varella Seixas e Maria Eugênia Seixas, também vivia com seu irmão mais novo - Plínio Seixas. Em 1957, com 12 anos, a família se mudou para uma casa do lado do consulado americano, e assim o menino virou amigo dos filhos do vizinho, que eram estrangeiros. Estes garotos mostraram para ele músicas de roqueiros, mas o que mais lhe chamou atenção foi Elvis Presley. Raul passava tardes e mais tardes ouvindo discos dele, mesmo sem entender as letras, curtia muito os ritmos. O adolescente era “fã de carteirinha”  do cantor,fez até quando tinha 14 anos,um fã clube Elvis rock clube,para seu ídolo. 


Seus pais não apoiavam muito esta aproximação,ao rock ,porque essa era uma época que Bossa nova fazia total sucesso.Mas engana-se quem acha que ele rejeitou a cultura e a musica brasileira,ele adotou ao seu rock,musicas nordestinas como o baião.
Raulzito era um aluno desleixado, ele repetiu algumas vezes a segunda série, mesmo ele sendo bem inteligente e muito bom leitor, mas o menino resolve largar os estudos para ser músico. Para este “homem”, o rock passou a ser um modo de agir e pensar, “Eu era James Dean, eu era Presley, quando andava e penteava o topete”. Em 1966 teve sua primeira companheira: Edith, que se casou após um ano de namoro, e se separou depois de oito anos de convivência. Após essa decisão, fundou uma banda chamada relâmpagos do rock, que foi modificada para The Phanters, e finalmente Raulzito e seus Panteras. No início da formação do grupo, tocavam puto rock, mas com o estímulo dos Beatles eles resolveram, fazer suas próprias musicas. Esta ideia deu totalmente certo porque além de ser poeta sabia expressar seus sentimentos, por isso tentou ir fazer mais sucesso no Sul Maravilha.Tentando o reconhecimento de sua música gravou um LP com o nome de Raulzito e seus panteras.
Porém a dedicação do disco não valeu muito a pena, porque foi um “fracasso”. Com isso o Carimbador Maluco retornou a Salvador, sem os integrantes de sua banda, após dois anos passando fome no Rio De Janeiro, daí veio a música Ouro de Tolo.
Mas novamente em 1971, após o chamado, de Jerry Adriani, volta ao Rio De Janeiro para ser produtor da CbS. Raul seixas foi demitido, pois tirou vantagem do presidente que se ausentara para gravar um novo LP. O resultado negativo se deu pela péssima qualidade. Após o reconhecerem, ele resolveu reeditar o disco ,e assim bateu na porta o sucesso.
Já em 1972, veio o 7º e último festival internacional, o qual disputou com 2 músicas, ”Eu sou Eu e o nicuri é o diabo”, e “Let me sing”, foi ai então que aprendeu a misturar o rock com outros ritmos. No ano de 1973 conhece Paulo Coelho, redator da revista, Underground a pomba. Foi uma amizade muito conturbada, tendo muitas brigas e discussões.


Em 1974 após ser muito questionado, mal tratado, e desrespeitado, preferiu um autoexílio para os EUA com Pulo Coelho. No mesmo ano retorna ao Brasil, e grava o LP, Gita, um sucesso que o levou a ganhar um disco de ouro. Com vários discos de sucesso, como “uah-bap-lu-bap-lah-bein-bum”,e o LP, let me sing rock in roll. Tais discos fizeram o Maluco beleza famoso e admirado.
O gênio da musica brasileira nos deixou por causa de seus problemas com álcool e drogas, por pancreatite aguda, no dia 21 de agosto de 1989. Até hoje existem várias homenagens ao nosso considerado do rock in roll, e com ele o público ”aprendeu o segredo da vida”. O eterno Raul Seixas pode ter deixado a terra, mas estará sempre em nossos corações.
“E não diga que a vitória esta perdida, se é de batalhas que se vive a vida”.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

O pai do Rock


O Pai do Rock

Por Stefania Zingone Andrade carvalho e Camille Behrens Cardoso

             “Eu sou tão bom ator, que finjo que sou cantor e compositor e todo mundo acredita.”

              
 Essa é uma de milhares de frases do nosso “Maluco Beleza”, ou melhor, Raul dos Santos Seixas. Esse homem, que simbolizou o rock no Brasil, chegou ao mundo no dia 28 de junho de 1945, em Salvador Bahia.
 Seus primeiros contatos com o rock vieram de seus vizinhos americanos que ouviam no rádio astros como Elvis Presley, o futuro ídolo e inspiração de Raul, que aos 14 anos passou a participar de um fã clube do Elvis, e que além disso começou a usar gestos e estilo do cantor.
            Raul não gostava muito da escola, fez curso para filosofia, mas no final acabou virando músico. Ele sofreu uma “metamorfose ambulante”, o rock passou a ser a sua vida.
            A primeira banda do cantor chamava-se “Os relâmpagos do Rock”, que mais tarde recebera um novo nome: “The Panters” e por final “Raulzito e os panteras”. Em 1968 gravaram seu primeiro LP, que não fez sucesso, e provocou o fim da banda.   
          O cantor retorna a sua cidade natal, mas em pouco tempo (1970), o diretor da CBS convida-o para ser o produtor de discos da empresa, Raul aceita o convite e vai para o Rio. Em 1971 o cantor, sem a permissão do seu chefe, produziu um LP de vanguarda. O disco teve participação de Sergio Sampaio, Miriam Batucada e Eddy Star, foi um disco que era cheio de brincadeiras e palhaçadas, mas ao terminarem, o dono e diretor da empresa descobriu e Raul foi demitido.
            Ao ser demitido da CBS, lançou uma música, “Let me sing, Let me sing”, que chegou às finais do certame e que trouxe o sucesso para o cantor.
            Em 1973 Raul produziu, compôs e cantou um disco para a Philips, mas o disco não trazia seu nome para que desse a impressão de que fosse hits oficiais. Somente alguns meses depois pôde fazer seu próprio LP, chamado “Kring-há, bandalo”.
                                                  
           
Sua parceria com Paulo Coelho surgiu quando o mesmo escreveu sua matéria para a imprensa, que abordava um assunto que o interessou: discos voadores. Raul foi atrás do seu “futuro parceiro”, ele encontra-o e então surge um relacionamento repleto de choques de personalidade. (A parceria durou apenas três anos)
            Em 1975 o sucesso de Gita trouxe-o de volta para voltar para o Brasil, após passa um tempo nos Estados Unidos. Sua saúde começa a se ressentir dos frequentes excessos de álcool e drogas, causando-lhe uma pancreatite. Nesse mesmo ano troca a Philips pela WeA, mas não durou muito, pois em 1980 assina com a CBS.
              Raul está cada vez mais envolvido com bebidas e drogas, que acabam levando-o a cancelar shows e a ter crises de hepatite. Em 1983, Raul recebe uma nova proposta de ingressar no estúdio Eldorado, onde realizou um LP com músicas mais “comportadas”.
            O seu penúltimo casamento estava se rompendo e sua saúde só faz piorar, então Raul decide voltar para Salvador, para recuperar-se. Ao retornar,em 1985, estava com uma nova esposa e tentando reconquistar e voltar para a música, para aquele emprego que tanto amava, mas estava muito difícil arrumar uma nova gravadora, porém, em 1986 com sorte, foi chamado para gravar na Copacabana o seu novo LP, mas infelizmente o seus problemas de saúde o atrapalharam.
            Em 1988 Raul estava apagado dos palcos e da televisão, e para mostrar que ainda estava vivo, aceita o convite de Marcelo Nova para fazer uma turnê pelo Brasil.
          
  Infelizmente, em 21de agosto de 1989 Raul deixa suas cinco ex-esposas, três filhas e milhares de fãs conquistados em 20 anos de carreira. E foi assim que o seu, o meu, o nosso Maluco Beleza se foi, pegou seu disco voador, deixando sua impressão digital no mundo. Assim, concluímos que sua historia teve “inicio, fim e meio”.
“Eu sou a luz das estralas, eu sou a cor do luar, eu sou as coisas da vida, eu sou o medo de amar”.
“Eu vou ficar, ficar com certeza Maluco Beleza”.
                             

Raul Seixas: o Maluco Beleza


Raul Seixas: o Maluco Beleza
Por Cezar Fernandes Pekelman
       Leonardo Pontes Chagas

           
             
         Para muitos o maior cantor e compositor do Rock brasileiro não veio de Salvador e sim de um disco voador, trazendo seu jeito “Maluco Beleza” para contagiar os brasileiros.
         Em 28 de Junho de 1945 nasce em Salvador Raul Santos Seixas, filho de Raul Varella Seixas, engenheiro, e Maria Eugenia Santos Seixas. Aos três anos de idade, nasce seu irmão Plinio Santos Seixas.
          Com onze anos Raulzito funda o Club do Cigarro. Apesar de muito inteligente Raul repetiu o ano várias vezes, pois matava aula para escutar Rock-n’-Roll. Neste mesmo ano, ele fundou o Club do cantor americano Elvis Presley, o Elvis Rock Club. Em 1962 montou sua primeira banda os “Relâmpagos do Rock”, que se apresentaram na TV Itapoan. No ano seguinte o nome do grupo foi alterado para The Panthers.
Raul decidi desistir dos estudos para dedicar-se a banda em 1964, com isso a banda grava seu primeiro compacto, que infelizmente não chega ao público. A banda se torna muito famosa, a mais cara de Salvador.

      O Maluco Beleza conhece a americana Edith Wisner, filha um pastor. A pedido da moça e sua família, Raul para sua vida de artista e retoma os estudos e entra na Faculdade de Direito. Um ano mais tarde, com 22 anos, se casa com a americana.
Após muita insistência o cantor e compositor Jerry Andriani convence Raul a juntar-se aos Panteras e colocam o pé na estrada para o Rio de Janeiro, onde lança seu primeiro LP, Raulzito e os Panteras, pela Odeon.
Sem autorização da CBS produz e lança o LP “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das Dez.” O que causou sua demissão. No ano seguinte assina o contrato com a Phillips/Phonogram.          
Em 1974 acredita-se que após ser espancado Raulzito foi exilado para os Estados Unidos, com Paulo Coelho e suas respectivas esposas. Nesse mesmo ano volta para o Brasil e lança o LP “Gita”, o que leva a banda a ganhar seu primeiro Disco de Ouro. Neste período ele separa-se de Edith, que volta para os Estados Unidos com a filha do casal.
Casa-se com outra americana, Gloria Vaquer, irmã do guitarrista de sua banda em 1975. Nasce em 16 de Junho do ano seguinte, no Rio, a filha do casal Scarlet Vaquer Seixas. Depois de dois anos com Gloria eles se separam. Ela volta para os Estados Unidos com a filha. Depois assina contrato com a WEA/Warner Bros.
Raul passou alguns meses na fazenda na Bahia para se recuperar da pancreatite que sofre graças as bebidas. Em 1978 conhece Tania Menna Barreto, que passa a ser sua nova companheira. Alguns anos depois ele rescende o contrato com a gravadora e se separa de Tania, sua companheira, e logo depois começa a viver com Angela Maria Affonso Costa.
Em 1980 assina com a gravadora CBS, porÉm recende o contrato um ano depois. Em 28 de Maio desse mesmo ano nasce sua terceira filha, Vivian Costas Seixas. Em São Paulo é fundado por Sylvio Passos o Raul Rock Club (seu primeiro fã club). Raul apoia e participa do clube ativamente.
Em 1983 assina com sua quarta gravadora a Estúdio Eldorado e faz um show na Sociedade Esportiva Palmeiras em São Paulo. No ano seguinte assina com a Som Livre e viaja para os Estados Unidos da América, com Ângela. 

Depois de viajar para Salvador em 1985, volta com uma nova companheira,  Elena Coutinho. Nesse mesmo ano o Raul Rock Club produz e lança independentemente o LP Let Me Sing My Rock’n’Roll.
Em 1986 entra para a gravadora Copacabana e um ano mais tarde seu LP é adiado devido a problemas de saúde e depois é lançado.
Em 1989 às 5 horas da manhã do dia 21 de Agosto, o ídolo do Rock Brasileiro, devido a uma parada cardíaca causada pela pancreatite, nos deixa e vai para outro mundo melhor, onde encontrou todos os outros Malucos Belezas.

   

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

quarta-feira, 30 de maio de 2012

sexta-feira, 25 de maio de 2012





Chico Buarque: o mestre da música brasileira!!

Por Brunna Leahy





“... A moça triste que vivia calada sorriu

A rosa triste que vivia fechada se abriu

E a meninada toda se assanhou

Pra ver a banda passar

Cantando coisas de amor...”

-A Banda

Essa canção poética foi escrita pelo dramaturgo e escritor brasileiro Chico Buarque de Hollanda, que com essa super canção destacou-se em 1966 quando venceu o Festival de Musica Popular Brasileira.

Chico Buarque de Hollanda, filho do historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Hollanda e de Maria Amélia Alvim Buarque, uma pianista amadora, nasceu no Rio de Janeiro em 19 de junho de 1944. Quando era pequeno estava sempre rodeado de amigos de seu pai, e músicos amigos de sua Irma Miúcha.

Seu interesse por música, poemas e letras vinha desde pequeno. Quando pequeno brincava de diversas coisas com seus seis irmãos. O adorável músico brasileiro e sua família mudavam-se muito, já moraram no Rio de Janeiro, São Paulo, Itália, entre outros lugares. Aos seus 13 anos Chico começou a aprender violão.

Enquanto crescia foi descobrindo seu talento com a música, fez sua primeira composição chamada “Canção dos olhos” no colégio Santa Cruz aos 15 anos. Quando foi entrar na faculdade pensou em fazer Letras, mas acabou fazendo vestibular na FAU.

Suas maiores influências foram: Noel Rosa, Ismael Silva e Antônio Alves. Foi-se adaptando à vida musical, participando de shows estudantis,

festivais de musica, entre outros acontecimentos.

Em 1969, o grande poeta foi ameaçado pela ditadura militar no Brasil e se autoexilou na Itália, onde fez espetáculos. Nessa época fez as canções “Apesar de você” e “Cálice”, essas músicas eram conhecidas como músicas de protesto. Ao voltar ao Brasil, continuou compondo músicas de protesto, que denunciavam aspectos sociais.

Chico Buarque também escreveu livros, peças e filme, como o livro Estorvo em 1991, foi seu primeiro romance que recebeu o prêmio Jabuti. Entre outros, escreveu também a peça "Roda Viva" em 1967/1968.





O GRANDE CANTOR E COMPOSITOR CHICO BUARQUE!

Por Letícia Teixeira

"Estava à toa na vida

O meu amor me chamou

Pra ver a banda passar

Cantando coisas de amor..."

Este trecho dessa bela música, “ A Banda”, foi escrita pelo cantor e compositor Francisco Buarque de Hollanda. Nascido no Rio de Janeiro no dia 19 de junho de 1944, o grande músico, contribuiu muito para a música brasileira por sua criatividade. Aquele menino, que ouvia as marchinhas e os sambas do rádio de sua babá, tornou-se um grande artista.

Filho do historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Hollanda e da pianista amadora Maria Amélia Alvim Buarque, Chico era o quarto filho do casal. Quando pequeno, ouvia muito Elvis Presley e o rádio de sua babá, o que ele apreciava muito. Algumas de suas músicas, retratam muito do eu-feminino, falando de poesia e beleza, como por exemplo: "Com açúcar e com afeto" e "Olhos nos Olhos".

Sua família mudou-se para São Paulo, onde brincava e se divertia com seus irmãos no quintal. Logo depois, seu pai foi lecionar em uma universidade na Itália, e novamente, todos mudaram-se. Lá iniciou seus estudos e quando retornou para São Paulo, aprendeu as primeiras notas musicais.

Aos 15 anos fez sua primeira música "Canção dos olhos" e aos 19, prestou vestibular na FAU. Ele era muito influencido pelo poeta Vinicius de Moraes, o que fez seguir sua carreira musical. Ele apresentou-se em programas, e principalmente, participou dos festivais de MPB, o que, o tornou mundialmente famoso.

Chico se casou com a atriz Marieta Severo, com quem teve três filhas: Silvia, Helena e Luísa. Ele conheceu Gilberto Gil e Caetano Veloso (que criaram o Tropicalismo)e começou a viver somente da música.

Por volta de 1964, começou a Ditadura Militar, e esteve exilado na Itália. Ao voltar ao Brasil, junto com outros cantores, Chico expressou o que sentia daquilo tudo pelas músicas, só que nem todas eram publicadas por causa da censura.

As músicas "Meu Caro Amigo" e "Apesar de você" foram claramente para o regime militar, porque falavam de seus sentimentos. Além disso, ele também participou da "Passeata dos Cem Mil"

terça-feira, 15 de maio de 2012

Fundação Casa de Jorge Amado

Um dos nossos projetos no primeiro trimestre é o trabalho com a biografia literária. Este é um tipo de texto que tem sido mais valorizado, pois muita gente se interessa pela vida alheia. Parece banal, mas não é, pois não é qualquer vida que nos interessa. Queremos conhecer artistas: poetas, escritores, cantores, músicos, produtores de cultura. É claro que gostaríamos de conhecer outros tipos de personalidades (cientistas, políticos, inventores, etc), mas preferimos nos deter ao campo cultural, por razões óbvias: amamos literatura e música.
Sendo assim, como professora do grupo do 8º ano de 2012, lancei o desafio: conhecer as biografias de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque e Jorge Amado. Os dois primeiros completam 70 anos este ano e são baianíssimos. Chico (desta forma intimista) é um dos maiores ícones da MPB. É impossível falar em música de protesto e música brasileira de qualidade e deixar Chico Buarque de Hollanda de lado. E por fim, Jorge Amado por dois grandes motivos: estaria completando 100 anos se estivesse vivo, e é , na minha compreensão e crítica, um dos maiores escritores do Brasil.
Feito o desafio, fomos estudar as biografias, pesquisar, conhecer lugares, ouvir músicas, ver filmes e documentários e escrever sobre nossos ídolos.
Fizemos uma visita à Fundação Casa de Jorge Amado. Lá os alunos puderam ver de perto documentos, livros, prêmios e tantas relíquias pertencentes a Jorge, seguido da apreciação de breve documentário sobre o nobre escritor.
Para documentar a visita, os alunos produziram um Folder com as informações principais sobre a casa.