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"Desafios"

"A verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e convivência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafios"

Martin Luther Kink Jr

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Raul Seixas: o Maluco Beleza


Raul Seixas: o Maluco Beleza
Por Cezar Fernandes Pekelman
       Leonardo Pontes Chagas

           
             
         Para muitos o maior cantor e compositor do Rock brasileiro não veio de Salvador e sim de um disco voador, trazendo seu jeito “Maluco Beleza” para contagiar os brasileiros.
         Em 28 de Junho de 1945 nasce em Salvador Raul Santos Seixas, filho de Raul Varella Seixas, engenheiro, e Maria Eugenia Santos Seixas. Aos três anos de idade, nasce seu irmão Plinio Santos Seixas.
          Com onze anos Raulzito funda o Club do Cigarro. Apesar de muito inteligente Raul repetiu o ano várias vezes, pois matava aula para escutar Rock-n’-Roll. Neste mesmo ano, ele fundou o Club do cantor americano Elvis Presley, o Elvis Rock Club. Em 1962 montou sua primeira banda os “Relâmpagos do Rock”, que se apresentaram na TV Itapoan. No ano seguinte o nome do grupo foi alterado para The Panthers.
Raul decidi desistir dos estudos para dedicar-se a banda em 1964, com isso a banda grava seu primeiro compacto, que infelizmente não chega ao público. A banda se torna muito famosa, a mais cara de Salvador.

      O Maluco Beleza conhece a americana Edith Wisner, filha um pastor. A pedido da moça e sua família, Raul para sua vida de artista e retoma os estudos e entra na Faculdade de Direito. Um ano mais tarde, com 22 anos, se casa com a americana.
Após muita insistência o cantor e compositor Jerry Andriani convence Raul a juntar-se aos Panteras e colocam o pé na estrada para o Rio de Janeiro, onde lança seu primeiro LP, Raulzito e os Panteras, pela Odeon.
Sem autorização da CBS produz e lança o LP “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das Dez.” O que causou sua demissão. No ano seguinte assina o contrato com a Phillips/Phonogram.          
Em 1974 acredita-se que após ser espancado Raulzito foi exilado para os Estados Unidos, com Paulo Coelho e suas respectivas esposas. Nesse mesmo ano volta para o Brasil e lança o LP “Gita”, o que leva a banda a ganhar seu primeiro Disco de Ouro. Neste período ele separa-se de Edith, que volta para os Estados Unidos com a filha do casal.
Casa-se com outra americana, Gloria Vaquer, irmã do guitarrista de sua banda em 1975. Nasce em 16 de Junho do ano seguinte, no Rio, a filha do casal Scarlet Vaquer Seixas. Depois de dois anos com Gloria eles se separam. Ela volta para os Estados Unidos com a filha. Depois assina contrato com a WEA/Warner Bros.
Raul passou alguns meses na fazenda na Bahia para se recuperar da pancreatite que sofre graças as bebidas. Em 1978 conhece Tania Menna Barreto, que passa a ser sua nova companheira. Alguns anos depois ele rescende o contrato com a gravadora e se separa de Tania, sua companheira, e logo depois começa a viver com Angela Maria Affonso Costa.
Em 1980 assina com a gravadora CBS, porÉm recende o contrato um ano depois. Em 28 de Maio desse mesmo ano nasce sua terceira filha, Vivian Costas Seixas. Em São Paulo é fundado por Sylvio Passos o Raul Rock Club (seu primeiro fã club). Raul apoia e participa do clube ativamente.
Em 1983 assina com sua quarta gravadora a Estúdio Eldorado e faz um show na Sociedade Esportiva Palmeiras em São Paulo. No ano seguinte assina com a Som Livre e viaja para os Estados Unidos da América, com Ângela. 

Depois de viajar para Salvador em 1985, volta com uma nova companheira,  Elena Coutinho. Nesse mesmo ano o Raul Rock Club produz e lança independentemente o LP Let Me Sing My Rock’n’Roll.
Em 1986 entra para a gravadora Copacabana e um ano mais tarde seu LP é adiado devido a problemas de saúde e depois é lançado.
Em 1989 às 5 horas da manhã do dia 21 de Agosto, o ídolo do Rock Brasileiro, devido a uma parada cardíaca causada pela pancreatite, nos deixa e vai para outro mundo melhor, onde encontrou todos os outros Malucos Belezas.

   

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

quarta-feira, 30 de maio de 2012

sexta-feira, 25 de maio de 2012





Chico Buarque: o mestre da música brasileira!!

Por Brunna Leahy





“... A moça triste que vivia calada sorriu

A rosa triste que vivia fechada se abriu

E a meninada toda se assanhou

Pra ver a banda passar

Cantando coisas de amor...”

-A Banda

Essa canção poética foi escrita pelo dramaturgo e escritor brasileiro Chico Buarque de Hollanda, que com essa super canção destacou-se em 1966 quando venceu o Festival de Musica Popular Brasileira.

Chico Buarque de Hollanda, filho do historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Hollanda e de Maria Amélia Alvim Buarque, uma pianista amadora, nasceu no Rio de Janeiro em 19 de junho de 1944. Quando era pequeno estava sempre rodeado de amigos de seu pai, e músicos amigos de sua Irma Miúcha.

Seu interesse por música, poemas e letras vinha desde pequeno. Quando pequeno brincava de diversas coisas com seus seis irmãos. O adorável músico brasileiro e sua família mudavam-se muito, já moraram no Rio de Janeiro, São Paulo, Itália, entre outros lugares. Aos seus 13 anos Chico começou a aprender violão.

Enquanto crescia foi descobrindo seu talento com a música, fez sua primeira composição chamada “Canção dos olhos” no colégio Santa Cruz aos 15 anos. Quando foi entrar na faculdade pensou em fazer Letras, mas acabou fazendo vestibular na FAU.

Suas maiores influências foram: Noel Rosa, Ismael Silva e Antônio Alves. Foi-se adaptando à vida musical, participando de shows estudantis,

festivais de musica, entre outros acontecimentos.

Em 1969, o grande poeta foi ameaçado pela ditadura militar no Brasil e se autoexilou na Itália, onde fez espetáculos. Nessa época fez as canções “Apesar de você” e “Cálice”, essas músicas eram conhecidas como músicas de protesto. Ao voltar ao Brasil, continuou compondo músicas de protesto, que denunciavam aspectos sociais.

Chico Buarque também escreveu livros, peças e filme, como o livro Estorvo em 1991, foi seu primeiro romance que recebeu o prêmio Jabuti. Entre outros, escreveu também a peça "Roda Viva" em 1967/1968.





O GRANDE CANTOR E COMPOSITOR CHICO BUARQUE!

Por Letícia Teixeira

"Estava à toa na vida

O meu amor me chamou

Pra ver a banda passar

Cantando coisas de amor..."

Este trecho dessa bela música, “ A Banda”, foi escrita pelo cantor e compositor Francisco Buarque de Hollanda. Nascido no Rio de Janeiro no dia 19 de junho de 1944, o grande músico, contribuiu muito para a música brasileira por sua criatividade. Aquele menino, que ouvia as marchinhas e os sambas do rádio de sua babá, tornou-se um grande artista.

Filho do historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Hollanda e da pianista amadora Maria Amélia Alvim Buarque, Chico era o quarto filho do casal. Quando pequeno, ouvia muito Elvis Presley e o rádio de sua babá, o que ele apreciava muito. Algumas de suas músicas, retratam muito do eu-feminino, falando de poesia e beleza, como por exemplo: "Com açúcar e com afeto" e "Olhos nos Olhos".

Sua família mudou-se para São Paulo, onde brincava e se divertia com seus irmãos no quintal. Logo depois, seu pai foi lecionar em uma universidade na Itália, e novamente, todos mudaram-se. Lá iniciou seus estudos e quando retornou para São Paulo, aprendeu as primeiras notas musicais.

Aos 15 anos fez sua primeira música "Canção dos olhos" e aos 19, prestou vestibular na FAU. Ele era muito influencido pelo poeta Vinicius de Moraes, o que fez seguir sua carreira musical. Ele apresentou-se em programas, e principalmente, participou dos festivais de MPB, o que, o tornou mundialmente famoso.

Chico se casou com a atriz Marieta Severo, com quem teve três filhas: Silvia, Helena e Luísa. Ele conheceu Gilberto Gil e Caetano Veloso (que criaram o Tropicalismo)e começou a viver somente da música.

Por volta de 1964, começou a Ditadura Militar, e esteve exilado na Itália. Ao voltar ao Brasil, junto com outros cantores, Chico expressou o que sentia daquilo tudo pelas músicas, só que nem todas eram publicadas por causa da censura.

As músicas "Meu Caro Amigo" e "Apesar de você" foram claramente para o regime militar, porque falavam de seus sentimentos. Além disso, ele também participou da "Passeata dos Cem Mil"

terça-feira, 15 de maio de 2012

Fundação Casa de Jorge Amado

Um dos nossos projetos no primeiro trimestre é o trabalho com a biografia literária. Este é um tipo de texto que tem sido mais valorizado, pois muita gente se interessa pela vida alheia. Parece banal, mas não é, pois não é qualquer vida que nos interessa. Queremos conhecer artistas: poetas, escritores, cantores, músicos, produtores de cultura. É claro que gostaríamos de conhecer outros tipos de personalidades (cientistas, políticos, inventores, etc), mas preferimos nos deter ao campo cultural, por razões óbvias: amamos literatura e música.
Sendo assim, como professora do grupo do 8º ano de 2012, lancei o desafio: conhecer as biografias de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque e Jorge Amado. Os dois primeiros completam 70 anos este ano e são baianíssimos. Chico (desta forma intimista) é um dos maiores ícones da MPB. É impossível falar em música de protesto e música brasileira de qualidade e deixar Chico Buarque de Hollanda de lado. E por fim, Jorge Amado por dois grandes motivos: estaria completando 100 anos se estivesse vivo, e é , na minha compreensão e crítica, um dos maiores escritores do Brasil.
Feito o desafio, fomos estudar as biografias, pesquisar, conhecer lugares, ouvir músicas, ver filmes e documentários e escrever sobre nossos ídolos.
Fizemos uma visita à Fundação Casa de Jorge Amado. Lá os alunos puderam ver de perto documentos, livros, prêmios e tantas relíquias pertencentes a Jorge, seguido da apreciação de breve documentário sobre o nobre escritor.
Para documentar a visita, os alunos produziram um Folder com as informações principais sobre a casa.


terça-feira, 24 de abril de 2012

A Fundação Casa de Jorge Amado participou, no último sábado, da FLIM – Feira de Livros do Colégio Miró, que buscou incentivar e estimular a leitura de livros e o interesse por Jorge Amado. O colégio realizou na ocasião 15 oficinas, incluindo clow, fotografia, contação de histórias, mosaico e teatro, e mobilizou os alunos a doarem e trocarem livros, além de construir uma “Tenda de Jorge” em homenagem ao autor que completaria 100 anos em 2012. A Fundação levou ao Miró alguns livros e produtos da sua Loja e doou um kit pedagógico à instituição, composto por dez painéis que mostram a linha do tempo dos eventos na vida de Jorge Amado, além de 4 livros, um sobre o escritor, um sobre Zélia Gattai, um sobre a Fundação Casa de Jorge Amado e outro com orientações pedagógicas. Neste ano, o Colégio Miró também já agendou diversas visitas com alunos à Fundação.

Fotografias de Patrícia Carmo













segunda-feira, 26 de dezembro de 2011